
12 de abril de 2026 · 2 min de leitura
Fotografia e a minha motivação por trás da câmera
Uma paixão desde a infância
Recentemente eu estava refletindo sobre como a fotografia sempre esteve presente na minha vida. Desde meus 8 anos de idade, até onde me lembro, o feito de se registrar momentos, cenários e pessoas sempre me pareceu fascinante. E, apesar do meu profundo interesse em ter a fotografia como principal fonte de renda, a vida me jogou para outros lados. Comecei a trabalhar com desenvolvimento de software e meu lado artístico foi deixado de lado, como se não pudesse ser protagonista no mundo da ultraprodutividade.
O reencontro com a câmera
Nos últimos 2 anos da minha vida a fotografia voltou a ter um papel crucial para mim, que foi resgatar uma forma de expressão que eu havia esquecido. E isso aconteceu quando comecei a me integrar ao cenário musical do interior de São Paulo, interagindo com músicos locais, indo a shows, e até produzindo eventos. A fotografia voltou primeiro como uma ferramenta, depois como forma de expressão, e agora tem se tornado cada vez mais indispensável para a nutrição da minha alma.
Encontrando o Ikigai
E foi no último mês (março de 2026) que, ao me permitir sentir a música de verdade e entrar em contato com o que me arrepia e faz meus sentimentos se intensificarem, que eu entendi que havia encontrado meu Ikigai.
A fotografia de música é o que, para mim, une todos os pontos do propósito da vida. A música por si só já desperta emoções intensas na maioria das pessoas, e ser capaz de registrar esse momento através da fotografia, que para mim é uma das formas de expressão mais viscerais que existem, é o ápice da minha razão de existir como ser humano, como um ser que sente, um ser que faz e vive arte. Ser humano é ter o contato com essas fortes emoções, é viver o momento, é registrar o som através de luz.